22 de junho de 2009

Escolhas e caminhos.





Eu escrevo para
eliminar o veneno que acumulou devido à maneira de falsa vida que algumas pessoas levam. Guarde na memória o doce aroma das flores, se por sorte haver entre os seus alguém com cara de jardim, fique bem próxima e colha alguns sorrisos. Entre dentro de si e não construa cercas ao redor do toque, é bom sentir-se viva as vezes. Deixe que os seus primeiros passos criem raízes, assim seu modo volúvel de tratar as coisas se perderá em fantasias. Que a sua cabeça curiosa te leve à meios e fins e que haja sempre um pedestal para subir e enxergar mais longe. Tem certeza que precisa viver um mundo sem chocolates e estrelas? O telefone que um dia foi tão discado, pode estar esquecido no fundo da gaveta ou ter sido jogado no lixo. Quando temos que fazer algo assim, que fazer? Escolho o mar ou o deserto? Vou de navio ou de camelo? Há duas maneiras de alcançar o meu destino, basta eu escolher entre enfrentar uma longa estrada de terra ou as furiosas ondas do mar. O caminho que escolhi pra mim não possui placas no acostamento. Anseio pelo momento de ancorar.

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