15 de dezembro de 2007

Hummm

Penso numa casquinha com sorvete de manga, coisa mais gostoso. Chupar manga é muito gostoso [falando com muita ênfase]!!
Chupar você é mais ainda!!!! Chupar você, especificamente o seu pau, é algo deliciosamente tesudo. Só de olhá-lo minha boca começa a salivar descontrolada mente, a língua se mexe afoita querendo fugir e lançar-se gulosa sobre aquela cabeçinha macia, vermelha e reluzente que se insinua através de um volume insidioso por trás daquele tecido colado à sua pele. A denúncia de suas formas atiça minha imaginação e meu apetite, olho para ele enquanto deslizo a língua sobre meu lábio inferior carnudo e apetitoso; você me olha descaradamente imaginando o que está por vir.
Hipnotizados, eu e você, controlamos a ansiedade e nos exploramos lentamente, você enfia os dedos entre meus lábios trémulos e quentes, chupo-os vagarosamente num vai-e-vem, enrolando lentamente a língua sobre eles para depois ao descer, beijar delicadamente seu pau que pulsa sob a cueca, tentando afastar o que ainda lhe separa de mim.
Prefiro aumentar a tensão e acaricio o tecido sobre ele enquanto lambuzo seus lábios com minha língua molhada, você se enfurece, me aperta contra seu corpo e vai enfiando sua língua dura e maleável como se fodesse minha boca. Sinto seu pau pulsando logo ali em baixo, como se reclamasse; seus dedos deslizam até meu bumbum e entram afoito dentro da calcinha minúscula, me invadindo, e apressados começam a explorar meu grelinho quente e molhado. Eu me roço em você, que descontrolado me xinga, sua voz rouca perto do meu ouvido me arrepia “…vadia, minha putinha vem cá, quero te comer”. Minha xota pisca várias vezes, não suporto, deslizo pelo seu tórax, puxo sua cueca e deslizo a língua junto com os lábios, suave e safadamente, pelo seu pau; depois me dedico à firme maciez da cabecinha, olho para você que de olhos fechados geme, ofega e se mexe tentando extrair o máximo da minha boca gulosa. Permaneço língua e lábios deslizando pela ponta carnuda do seu pau, sua expressão de puro delírio me faz derreter e entre minhas pernas uma humidade morna se instala. Sinto um pulsar descontrolado crescendo dentro de mim, fazendo com que minha boca e mãos se tornem mais afoitas, mais famintas, mais ousadas. Não preciso de mais nada para gozar, apenas ter seu pau deslizando dentro, fora e entre meus lábios, meu tesão é absurdo e me toma por completo, meu corpo parece fervilhar, dissolver.
Consciente de tudo tento prolongar estas sensações, nossos olhares se encontram, você volta a segurar seu pau e passa a massagear meus peitinhos com ele para em seguida levá-lo furioso em direcção ao meu rosto, usando-o como um chicote sobre minha face; isto me enlouquece mais ainda, trago-o de volta para minha boca e volto a chupá-lo, aquele som do pau sendo sugado entra pelos meus ouvidos aumentando meu tesão. Chupo com mais gosto ainda a minha fruta predilecta, saboreio cada pedacinho da sua pele, absorvo seu cheiro, me inebrio. Assim seu caldo começa a misturar-se à minha saliva, imagino o que está por vir e desço até a base do pau, deslizando a língua e abocanhando uma bola de cada vez, você geme, se contorce, me puxa delicadamente, quer a língua de volta lá em cima. Volto e envolvo a cabecinha com os lábios, chupando devagar e logo em seguida, mais rápido, começo a punhetar com as mãos. Mãos e boca, suavidade e pressão, escorrego docemente de cima para baixo numa louca repetição … dedos, língua e entre minhas mãos ele começa a pulsar parecendo adivinhar o que acontece comigo. Sinto também as ondas de prazer me invadindo e neste instante entre meus lábios ele explode duro, pleno e quente feito vulcão. Minhas lavas mornas, num espasmo incontido, escorrem entre as pernas. Você me puxa em direcção a sua boca, me prende firme entre seus braços e me beija violentamente, degustamos juntos o sabor do seu pau e nos abraçamos ofegantes na quase calma após a explosão.

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