22 de junho de 2009

FOGO




Vem apague meu fogo
Fogo este que me queima
Inteira...
A meia luz te entrego
ja nos sabores do vinho, do gosto
da carne, a sua boca.
Que escoa ardente sobre minha pele
Devora, consome entre chamas
crepita o fogo que arde em brasa
Amor que se faz alucinante, cortante,
Na noite calada somente a melodia,
de corpos embalados e pulsantes, escalam montanhas de curvas ardorosas,
Linguas latejante de cumes a altura, de poços escaldantes,
Suores, gotas que transbordam dentre as temporas
Sal que tempera o sabor do amor
Do prazer do extase, o apice do orgasmo
Que se consome na noite
Cheiro de sexo
Corpos ardentes
Fogo que queima...

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